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Estamos frente a mais uma cobrança da sociedade. Se os questionamentos eram sobre quando eu ia arrumar um namorado, casar, ou ter filhos. Após a separação passou a ser, se estou pegando alguém. Afinal, uma mulher linda e inteligente não pode viver sozinha.

A sociedade até tem evoluído no quesito cobrança por relacionamento sério, mas uma mulher que não transa é considerada uma aberração.

Mais uma vez, a escolha do momento de vida de alguém é criticada. A mulher que opta, mesmo que por um período não sair por ai pegando geral, pode ser acusada de estranha, fria, recalcada, moralista, etc.

Geralmente, quando uma pessoa se separa, ela precisa testar sua autoestima, pois sair de um relacionamento não é nada fácil e, como ficou sem olhar para o lado durante o relacionamento, quando se vê livre percebe que há um mar de oportunidades de transa a seu redor e não há razão para não aproveitar tal fase.

Porém, assim como tem gente que se encanta por isso, existem as que entram em um período de abstinência após cansar de relacionamento instantâneos ou transas casuais.

Enquadro-me no grupo das que cansaram da pegação. Não digo que estou fechada para uma transa casual, mas estou tão focada em outros temas, que para me chamar a atenção e me seduzir o cara precisa um pouco mais de esforço do que um rosto bonito.

Não estou sendo exigente, apenas não estou priorizando a transa. Estou feliz com minha escolha, não tenho saído a caça, tenho ficado mais em casa resolvendo diversas questões importantes e estruturantes para minha vida. Tenho curtido com meus velhos amigos e consequentemente não tenho conhecido novos candidatos a transas casuais, uma vez que  relacionamento sério não está nos meus planos.

Sendo assim, estou sendo questionada por não estar pegando ninguém. Todos os encontros de família e amigos, tenho que responder se já sai da abstinência. Encaro isso de forma divertida e sempre faço uma piadinha a respeito, ora me pondo como vítima, outra como vilã, mas sem tentar explicar o inexplicável.

A conclusão que cheguei é que sempre terei minhas escolhas questionadas, como se fossem comportamentos que fogem a regra. Mas afinal, nem todo mundo se casa, nem todo mundo tem filho e nem todo mundo transa. Tudo é uma questão de escolha, momentânea ou definitiva.

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Outro dia, lendo despretensiosamente uma revista na sala de espera de uma consulta médica, li sobre um projeto que conecta meninas para construírem uma próxima geração de mulheres mais autoconfiantes.

Um projeto, de certo modo, bastante convergente com o propósito do Solteirar.

Para falar sobre autoestima, feminismo, padrões de perfeição e liderança com garotas, o programa FORÇA MENINAS organiza encontros com pais, filhas e educadores. A  proposta é ajudar a próxima geração de garotas a crescer mais autoconfiante, saudável e participando mais efetivamente na liderança do mundo.

Os encontros são pensados para cada faixa etária, que vai dos 6 aos 18 anos de idade. Temas de “como despertar o melhor de mim” e “como criar o meu caminho” são alguns exemplos da programação desse grupo, que acredita que o desenvolvimento das meninas de hoje é crucial para a próxima geração de mulheres líderes.

Vale a pena visitarem o site e apreciar com mais tempo os objetivos desse nobre projeto: frmeninas.com.br.

 

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Quais foram as últimas coisas que você fez pela sua felicidade?

Espero que a resposta tenha pulado rápido da sua boca, porque se isso não aconteceu precisamos rever seus conceitos agora mesmo.

Esses dias minha amiga teve a melhor e mais inspiradora atitude de todos os tempos! Sabem aquelas situações onde você sente como se fosse um extraterrestre na sua própria realidade? Onde todos os casais se esforçam bastante para mostrar que as pessoas solteiras estão incompletas?

Pois bem, esta queridona, espremeu os limões, colocou uma generosa dose de boa vodka, açúcar e foi viver sua felicidade sem se preocupar com os preconceitos impostos por esta cultura maluca que as pessoas precisam estar em pares para serem felizes.

Como ela fez? Onde? Como ela conseguiu?

Ela estava em uma praia paradisíaca, em algum lugar do caribe, onde todos os visitantes estão para terem um momento de lua de mel. Até aí tudo bem, afinal a autoestima dela é suficiente o bastante para ela continuar curtindo a praia sem problemas. Porém a situação ficou um pouco mais agressiva quando os tripulantes casados do passeio de barco em que ela estava foram convidados para fotos em casal na próxima parada. Enquanto isso, ela tentava desesperadamente tirar uma self com a paisagem ao fundo.

Antes que o seu celular caísse no mar, ela procurou o fotografo para entender melhor como funcionaria este ensaio fotográfico. E este profissional, não teve nenhuma reação que denegrisse o seu profissionalismo, pelo contrário, de forma natural apresentou e mostrou que o seu trabalho é puro estado de espírito e atende a todos os estados civis.

As fotos dela são pura felicidade em viver a sua própria vida no melhor estilo Solteirando. E quando perguntam como ela pensou nisso, ela responde:  “Poque eu me amo e posso fazer tudo que qualquer outra pessoa faz. Simples assim”.

E você aí, o que tem feito quando a sociedade tenta fechar seus caminhos?

 

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Não sou atleta, nem poeta. Curto mesmo é viajar em minha motocicleta.

Não tenho nenhum traço de genialidade… Certamente nunca descobrirei a cura do câncer, nem desafiarei a Teoria da Relatividade Geral com outra teoria ainda mais sensacional.

Também não tenho talento artístico para compor uma bela sinfonia, ou mesmo um solo de guitarra entorpecedor…

Nos negócios, minha performance como empreendedora tem sido pífia. Boas ideias até saem do papel, mas acabam não se viabilizando.

E preciso continuar minha jornada como freela para juntar o suado dinheirinho da sobrevivência diária.

Não sou de agradar e muito menos transpareço quaisquer características de uma pessoa simpática ou sociável. Sou insensível a ponto de merecer um lugar no time dos sociopatas.

Também renunciei o pacote básico que qualifica uma mulher como socialmente valorizada: casamento, filhos, dedicação ao lar. Aliás, falando em habilidades domésticas, também sou péssima na cozinha…

Ademais, sou estupidamente segura de mim, apesar das ilimitadas limitações, arrogante, geniosa, incapaz de controlar meu temperamento, cínica de carteirinha, adepta irritante do niilismo e de injetar verdades venenosas nos ouvidos dos pobres desavisados que passam pelo meu caminho. E soma-se a tanta desgraça um ego entojante.

Não posso negar meu lado sombrio que só eu mesma para encarar. E, para piorar, toda essa combinação arrepiante vem acompanhada de uma embalagem nada agradável, o que para muitos significa a repugnância em pessoa.

Mas, no microcosmo que contém apenas euzinha, sou soberana e supero novos desafios a cada dia.

Divirto-me com meu cinismo, caminho com minhas próprias pernas, sou dedicada em meus projetos pessoais e profissionais, tenho ideias empolgantes, sou uma amiga fiel, autêntica além da conta, supero desafios a cada dia… E tenho a reputação de aventurar-me corajosamente pela vida como poucos.

Aliás, adoro minha receita exclusiva de ovo frito gourmet. E minha impressionante coleção de tattoos.

Esta sou eu, simplesmente apaixonante.

Sem o menor pudor, escancaro meu amor próprio. Sua intensidade formidável chega a ter um efeito narcótico que anula até o risco potencial de devastação psicológica causado pela combinação de defeitos imperdoáveis que fazem parte do meu ser.

E nada do que qualquer outro ser do resto do mundo pense ou fale pode abalar esse amor incondicional.

Há quem goste de mim exatamente do jeito que sou. Quem não gosta acaba passando bem longe de mim, o que me leva a regozijar ainda mais minha fortuna triunfante. Afinal, meu tempo é curto para desperdiçar os momentos Solteirar curtindo esta grande paixão.

# I love me

 

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Tem tanta filosofia voltada para a célebre frase do I love you, mas poucos lembram que a incapacidade de amar ao outro é justamente porque não nos permitimos amar a nós mesmos.

Você já viu alguém com baixa autoestima distribuindo amor por ai?

A sociedade recrimina as pessoas que tem autoestima, é feio gostar de si mesmo, mas cobra o amor ao próximo para qualificar alguém no hall seleto de pessoas do bem, espiritualizado, confiável, etc. Mas me pergunto, este amor completamente altruísta promove o bem ou a guerra?

Quem não tem amor próprio constantemente busca provar ao mundo que suas atitudes são corretas para sentir-se superior. Cada vez que isso acontece uma guerra aparece, lembram que Hitler tinha como objetivo mostrar ao mundo que havia superioridade ariana?

Para mim está tudo errado! O primeiro amor verdadeiro está dentro de nós mesmos, e principalmente por si próprio.

Como reconhecer qualidades em terceiros se você não for capaz de viver e compreender suas próprias virtudes ? Infelizmente o egoísmo se confunde com a autoestima, então vou fazer um pequeno comparativo, vejam se vale para vocês também:

Autoestima é: cuidar do seu corpo, da sua saúde e da sua mente, fazer aquilo que lhe dá prazer, rir de quem lhe recrimina e continua seguindo suas escolhas com orgulho da sua firmeza e retidão de valores.

Egoísmo é: simplesmente ignorar e recriminar as escolhas dos outros, impor suas vontades a qualquer custo.

Então vamos deixar de lado os preconceitos e buscar inspiração em quem tem autoestima para tornar a sua própria vida mais feliz.

O Solteirar incentiva quem ama a si mesmo e tem autoestima.

A minha atração física começa pela língua e não é no toque, na pegação, é no papo mesmo! Para um cara me agradar, primeiro precisa ser bom de papo, com uma pitada de humor sarcástico, regado a muitas risadas. E um ponto importantíssimo é a inteligência. Porém, não qualquer inteligência, aquela que sabe fazer uma colocação, ficar em silêncio e olhar fundo em seus olhos na hora certa!

Posso garantir que após três anos Solteirando, muitas conversas com desconhecidos, noite em bares, tinder e galerias de arte, esta qualidade é uma das mais raras em um homem. E quando o universo faz o movimento e se afina com a energia que você emana, um simpático rapaz é colocado à sua frente. Após duas horas de MUITA conversa, confidências sobre apelidos ridículos, casos de família e fotos do seu gato; ele, o gato homem, pede seu telefone. É exatamente o que você espera de um homem nesse momento da vida. Chega de pegação sem sintonia, chega de diversão momentânea, pois seu momento é outro e sua expectativa da vida de solteira está diferente.

Com o jeitinho certo, com o toque, ação e palavra do modo como você gosta, o gato te segura pela cintura e dá AQUELE beijo. Aí vocês trocam mensagens a semana inteira e o gato vem de outra cidade para ver você; e ao fim do rolê vai pra sua casa.

E como era CERTO que você não quer mais diversão momentânea e está aberta a algo com mais intimidade e intensidade (independente do rótulo); e um ponto importante, a depilação não está em dia, essas surpresas da vida, você NÃO dá pra ele!

O quê? Oi? Comooo? Como assim eu não dou pra ele? Estou com meu TAFT explodindo e nada?

Pois é… Química? Ok! Pegada? Super ok! Conexão para além da sintonia? Não rolou! Ahhh “E a galera vai ao delírio decepcionada”.

Aí você percebe que não é só a sua atitude e decisão que mudaram, é a forma como você se sente. É a percepção sutil da intuição do que se aproxima, pois o gato, que ficou na vontade, simplesmente sumiu depois que você solta o quanto seria mais gostoso irem com mais calma. Desapareceu e nunca mais ligou… Ele era o da diversão momentânea e chegou uns seis meses atrasado.

E é aí que você percebe o quanto é bom praticar a confiança consigo mesma, antes de leva-la para um relacionamento. E este foi um dos episódios da minha nova fase Solteirando, e até então estou muito feliz com ela. Quando incomodar, aí é outra história, mas enquanto minha vontade, pensamento e emoção estiverem no mesmo sentido, eu estou de coração!

É batendo na porta dos trinta, com muito orgulho si señor, que vejo o lema que profetizei a vida inteira caindo por terra “Sensível sim, romântica jamais”. E então ergo a cabeça e sigo em frente cantando e honrando meu digníssimo Raul: “Eu prefiro ser, essa metamorfose ambulante…”.

Solteirando pelas redes sociais