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Como resistir a uma nova oportunidade de ser feliz?

No maior mal humor que eu já senti com a vida nunca consegui virar as costas quando apareceu um novo emprego no meio do desânimo que o mundo corporativo provoca. Também, por mais triste que estivesse, depois de levar um pé na bunda, me entreguei a oportunidade de um novo romance. Foi impossível ouvir um pedido de desculpas daquele amigo que me magoou e não abrir um sorriso imenso e leve.

Pois é, a vida real é dura, mas ignorar o bem estar que um recomeço nos traz é um atentado a si própria.

Todo ano é a mesma história, as mesmas promessas, os planos para o próximo ano que já está até amarelado de tantas reprises já vividas (claro, se você é quase uma cinquentona enxuta como eu…) Se você acha tudo meio piegas como eu, já tentou realmente começar o ano mudando a sua própria atitude em relação aos problemas?

Ao invés de esperar que o seu chefe reconheça o seu trabalho, traçar um plano de carreira e ir lá totalmente aberta para ter uma nova proposta. Procurar aquela pessoa que sempre irrita você e explicar que aquela atitude não será mais tolerada.

Olhar nos olhos da sua mãe e explicar que você cresceu e que ela não tem mais poder de decisão sobre a sua vida. Ir logo pedir desculpas aquela pessoa que você pisou na bola, se ela não quiser lhe desculpar, siga a sua vida com o coração leve, porque a vida é dura, mas o coração pode ser leve.

A escolha está nas suas mãos.

Ter uma atitude melhor para sua vida, iniciar um novo projeto, traçar novos planos, planejar a viagem dos sonhos ou para qualquer outra coisa que desejar poderão ser colocados em prática a qualquer momento, o universo não tem dia da semana ou período do ano, então faça o seu réveillon quando estiver pronta e siga o seu caminho de acordo com as suas escolhas e seja feliz.

O Solteirar incentiva o amor próprio para que você realize sonhos.

Carregue com você esta força.

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Uma leitora nos pediu um texto sobre a mulher de 30 anos. Eu prontamente me candidatei a escrevê-lo. Adorei a virada dos 30 anos.

No ano em que fiz 30 anos, refleti muito sobre alguns aspectos fundamentais da minha vida:

– Se a expectativa de vida de um brasileiro é de 75 anos, eu já tinha vivido 40% da minha vida. Eu estava feliz com o que consegui até então? O que ainda faltava? O que era preciso mudar para aproveitar bem os próximos 60%?

– Minha ginecologista explicou que nosso corpo está preparado para produzir hormônios até os 30 anos, e que não era à toa que se comentava que a mulher possui um relógio biológico que alerta para ter filhos. Após os trinta, as taxas hormonais começam a diminuir, mas vale lembrar que uma mulher saudável não terá uma queda brusca, apenas iniciará o processo de diminuição. Logo, era com o meu marido que eu queria ter filhos? Ou eu estaria perdendo tempo em um relacionamento sem futuro para os meus planos de maternidade?

– Uma médica ortomolecular, que eu tinha procurado por estar acima do peso, me avisou que o envelhecimento começa a se instalar nas células aos 30 anos. Como estava  minha qualidade de vida? Eu era feliz no trabalho? Tinha tempo para mim? Eu estava me cuidando?

– Ouvi falar na minha roda de amigos que a mulher precisa estudar muito mais que o homem para ocupar o mesmo cargo. Constatei ao olhar ao meu redor que se tratava de uma realidade. Eu já tinha estudado tudo o que precisava? Estava na hora de investir em outra formação?

Não pensem que eu não era feliz. Eu era feliz por ter chegado bem aos 30 anos. Eu tinha um casamento, uma carreira, já tinha cursado um MBA. Portanto, já era considerada uma mulher de sucesso. Mas eu queria parar por ali ou queria mais? O que eu estava fazendo para garantir a continuidade da minha felicidade nos próximos anos.

Essas reflexões me levaram a mudar minha vida de uma forma tão incrível que hoje, já passei dos 40, considero que o alicerce de minha felicidade foi firmado aos 30 anos, quando fiz meu momento da virada:

– Dei um novo rumo para minha carreira, pois a função que eu exercia, embora com muito conforto e sucesso, não me movia mais. Percebi que estava acomodada e mudei de área dentro da mesma empresa onde eu trabalhava.

– Pedi a separação, rompendo o casamento com o cara que era um ótimo companheiro de aventuras e que deveria ter sido somente o meu melhor amigo, mas que como marido e mulher estávamos fadados a uma vida onde eu sempre seria a mãe dele.

– Comecei a sair e descobri que aos 30 anos eu era jovem e, apesar do meu sobrepeso, ainda era capaz de atrair muitos olhares.

– Me dediquei a mais uma especialização que faria diferença na minha carreira nos próximos anos.

Enfim, para algumas mulheres a marca dos 30 anos é só mais uma data, pra outras pode ser  um novo início. O que importa é comemorar e avaliar se o caminho que te fez sobreviver até  aqui é o mesmo que a fará uma mulher feliz nos próximos 30. Se a conclusão for “sim, estou no caminho certo”, lute para continuar nele, caso contrário, derrube já as barreiras que possam impedi-la de ter o sonhado futuro feliz.

Afinal, cada idade tem suas características, mas em todas o melhor da vida é ser feliz. Descubra o que é ser feliz para você.

 

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Confesso, sou do tipo que se apaixona por docentes. É uma paixão platônica, sem gênero, que acontece desde a pré-escola. Muitas vezes pensei em ser professora, ainda que eu praticamente não me recorde qual foi a variável que me colocou na clínica, me vejo igualmente realizada em meio aos artigos acadêmicos que não escrevi.

Provavelmente, não sou a única que já se vislumbrou com a profissão. Era do tipo que brigava para segurar o giz de lousa e rabiscar garranchos do alfabeto no quadro. E é exatamente por isso que eu não entendo como é que chegamos ao atual patamar de desvalorização dessa carreira.

Não consigo imaginar um futuro sem professores, seja pela descoberta da alfabetização ou pela riqueza das pesquisas científicas. Eles são a nossa figura de conhecimento, o carrasco da nossa indisciplina…os pais não biológicos do nosso aprendizado.

Tenho uma ferida aberta em meu peito, que jamais se cicatrizará, pelo ataque aos professores no Paraná e pela falta de apoio às greves. Não consigo compreender o despertar de uma ação de guerra, enquanto deveríamos todos, unirmos pela luta. Luta esta que não pertence somente à classe, mas sim a todos os brasileiros. Somente um país vexatoriamente carente de educação poderia atirar contra seus mestres!

Sinto-me professora nos meus domínios, repasso conteúdo, corrijo, chamo a atenção para o essencial, regozijo-me na conquista do meu aprendiz.  E só pude ser assim porque assim fui ensinada.

 

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Que tal começar um curso que vai aprimorar o seu currículo?

Sem tempo? É feriado!

Sem transporte? É online.

Sem grana? É de graça!!!

Não tem desculpa, confira os sites que separamos e aproveite para dar um up na sua carreira.

 

1.      Veduca

O Veduca é uma empresa brasileira de tecnologia cujo propósito é levar o ensino superior de qualidade a qualquer pessoa que se disponha a aprender. Nascida de recursos dos próprios sócio-fundadores foi ao ar em março de 2012 sua primeira versão. Assim, já são 3 anos de histórica e um único propósito: democratizar o acesso à educação de alta qualidade no Brasil e em países emergentes.

Mais detalhes aqui.

veduca

 

2.      Coursera

O Coursera é uma plataforma de ensino online que possui parcerias com as melhores universidades e instituições de ensino em todo o mundo (Universidade de Chicago, Stanford, Princeton, Universidade de Amsterdã, Universidade de São Paulo, Michigan, entre outras) para oferecer cursos gratuitos.  Você encontra o curso que quer cursar, aprende no seu próprio ritmo e ao final obtêm um certificado reconhecido.

Mais detalhes aqui.

coursera

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Dica enviada por Helena

Sou gestora há mais de 10 anos em diferentes mercados e algo sempre me intrigou: mulheres inteligentíssimas e fabulosas profissionais quase nunca negociam aumento salarial (obviamente, sempre há exceções), enquanto os homens, medíocres ou não no exercício de suas funções, arriscam muito mais sua credibilidade para pedir promoções.

Eu mesma me destaquei em quase todos os lugares em que trabalhei, mas nunca negociei aumento de salário. Grande erro. Teria avançado mais em minha carreira se o tivesse feito.

Ao longo dos anos, outro fato relacionado também acabou instigando meu olhar mais atento: quando uma mulher é elogiada por seu trabalho, normalmente ela atribui à contribuição do grupo o sucesso pelo que, segundo ela, “ajudou a fazer”. Já os homens normalmente acreditam que sua própria contribuição e talento foram decisivos para o resultado de seus projetos.

E esse ponto é exatamente o cerne da questão: “várias pesquisas indicam que as mulheres se subestimam sistematicamente e julgam seu desempenho pior do que ele realmente é, enquanto os homens julgam seu desempenho melhor do que realmente é.”

“Nossas ideias culturais muito entranhadas associam os homens às qualidades de liderança e as mulheres às qualidades de proteção, e criam um dilema para as mulheres. Acreditamos que as mulheres não só são, mas devem ser protetoras acima de qualquer outra coisa. Quando uma mulher faz qualquer coisa indicando que talvez não seja acima de tudo boazinha e agradável, isso dá má impressão e nos incomoda.”

                              (Deborah Gruenfeld, professora de liderança e comportamento empresarial em Stanford)

Assim, foi uma grata surpresa ler o ótimo livro “Faça Acontecer” de Sheryl Sandberg (executiva do Facebook) e ter a oportunidade de me aprofundar muito mais sobre o tema.

Dica de hoje? Leia o livro da Sheryl (as citações acima foram retiradas dele), confira algumas de suas palestras*, não tenha receio de liderar ou de destacar-se e prepare-se para pedir uma promoção!

E, se você não sabe muito bem como fazer isso, em breve daremos outras dicas quentes sobre o tema! Afinal, saber como e quando fazer isso também é primordial.

*Exemplo: Sheryl Sandberg em palestra para a TED.

Obs: Confira também a Parte II deste texto aqui.

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