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Sou do tipo SOLTEIRONA, convicta, não quero casar. Sou feliz solteira e estou bem assim, mas passei a entender algumas amigas que não se sentem bem com a situação.

Tem gente que nasce para casar, ter filhos e constituir família. Isso nem sempre é uma imposição da sociedade. Desde menina, minha amiga Ana escolheu isso para si. O sonho dela sempre foi se casar. Assim como para outras, o sonho é conhecer o mundo, ser executiva em uma grande empresa ou ser famosa.

Casar é bom para quem escolhe esse caminho. É fato que algumas mulheres se decepcionam no casamento, pois independentemente de seus sonhos, o convívio diário é sempre complexo e, para uma relação funcionar não basta um querer.

Os desafios do casamento são inúmeros, assim como perseguir qualquer sonho não é fácil. Mas Ana está disposta abrir mão de alguns de seus hábitos pois pretende viver a vida toda ao lado de alguém e dividir uma vida. Sim, dividir, pois por mais que saibamos que o melhor é somar esforços, existem aspectos que serão divididos, pois as decisões são compartilhadas, seu tempo passa a não ser exclusivamente seu.

Enfim, Ana está solteira e quer se casar. Ela não culpa a sociedade por pressioná-la, não entende que está seguindo padrões, nem que esse é o destino de toda mulher. Ela escolheu se casar, está procurando um alguém que também queira constituir família e ser feliz para sempre, passando por todas as dificuldades que uma relação humana insere.

Afinal, casamento também é uma escolha a qual toda mulher tem direito de exercer sem ser criticada por aquelas que optaram pela liberdade, carreira ou qualquer outro caminho.

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Recentemente nas páginas de Veja (29/07/17), publicaram o depoimento de Karina Bacchi, atriz e musa fitness, em foto com um barrigão de gravidez nada inicial.

Feliz, realizada, sentindo-se poderosa e encorajada. Dá detalhes sobre o evento: separada do ex e já com quase quarenta anos, decidiu-se pela produção independente.

A escolha do doador, o risco do procedimento, o apoio familiar, a determinação que lhe é própria e, claro, condições econômicas e emocionais que facilitam e muito tal decisão.

Reconhece que a decisão é difícil e muitas mulheres confessam a ela, em seu blog, sentirem-se temerosas a este respeito. E ela aconselha prudentemente que pensem muito para assumir tal atitude.

É fácil lembrar que toda uma cultura secular leva ao estereótipo do pai protetor, mantenedor e forte, e, da mãe dedicada, amorosa e submissa. Ao lado de todo um devaneio do encontro com o príncipe ideal, a cerimônia tão sonhada, a formação de um lar ideal. Até ocorrer o encontro com a realidade.

Problemas e desencontros mil. Exemplos a esmo de milhões de mamães, sem papais, que se encarregam para sempre do cuidado dos filhos.

Disputas, brigas por questões delicadas ou não, pontos de vista conflitantes, pendências econômicas. Desgaste sem fim.

Pode dar certo, pode dar errado. Mas sempre é difícil. Escolha nenhuma destas é fácil.

Quem garante que o parceiro arcará com os compromissos durante o tempo necessário? A única certeza é que você será a mamãe que fará o possível para tudo dar certo. O importante é estar preparada para passo tão importante característico do que é a maternidade.

Traz tanta felicidade, mas a responsabilidade é diretamente proporcional a ela. Trabalho e trabalho, mesmo com o coração transbordante de alegria. Não é o como se fica grávida, mas o quanto se está preparada para o desgaste que virá com aquele sonho que se tem nos braços.

E como é bom compartilhar essas experiências para que as mulheres se sintam mais seguras ao tomar suas decisões.

Assim, obrigada, Karina!

 

 

Casamento. Uma das decisões e etapas de nossas vidas ainda considerada bastante importante. Afinal, vamos nos prender a alguém que sempre esperamos ser para sempre. Fazemos o máximo esforço para que essa decisão seja acertada, mas mesmo assim acontece: casamos com a pessoa errada.

Achei que tivesse feito tudo certo. Namorei um bom tempo; busquei entender bem família dele e seus hábitos; conheci e convivi bastante com seus amigos; fizemos planos ao mesmo tempo que eu ia testando se suas ambições e gostos convergiam com os meus; nos acostumamos com a intimidade após o sexo. Enfim, garanti, ou achei que estivesse garantindo, que ele era a pessoa adequada e que construiríamos dali para frente uma vida a dois feliz.

Não deu certo. E a resposta talvez esteja não em achar algum defeito dele. Mas sim defeitos meus, que só surgem quando nos aproximamos mais dos outros.

Se fizermos uma autorreflexão sincera, temos a tendência de ficar furiosos quando alguém discorda de nós ou só conseguimos relaxar quando estamos trabalhando; não gostamos de ser contrariados; não aceitamos as diferenças; somos teimosos e intransigentes; em alguma discussão pequena, nos calamos para não agredirmos o outro. Ninguém é perfeito.

O problema é que, antes de uma relação mais duradoura, raramente mergulhamos em nossos defeitos. Fugimos de nós mesmos e de nossos problemas. Sempre que nossas relações ameaçam mostrar nossos defeitos, culpamos o outro e acabamos com tudo.

Outra forma de fuga pode ser “Não quero casar, não quero relacionamentos sérios. Sou muito bem resolvida sozinha”. Talvez por detrás disso esteja justamente a impressão de que é realmente muito fácil viver conosco. Ou seja, mais uma vez nós nos enganando. É o chamado AUTO-ENGANO. Aliás vale aqui fazer referência a um livro ótimo com esse tí tulo de Eduardo Giannetti.

A verdade é que o casamento ou um relacionamento acaba sendo uma aposta feita por duas pessoas que ainda não sabem quem são diante do outro.

Em princípio, relacionamo-nos porque nos sentimos atraídas por alguém e buscamos felicidade nesse sentimento. Mas em prática o que buscamos é a familiaridade, a rotina ou o desejo histórico de construir família e ter alguém ao seu lado, porque assim sempre foi com nossos ancestrais.

Mas o fato é que o casamento nos faz ter um cotidiano muito diferente e mais administrativo: Dividir as responsabilidades e compromissos financeiros, abrir mão de alguns outros prazeres, ceder, saber se calar, conviver com filhos que podem acabar matando a paixão da qual surgiram. O único componente que resta do início desse relacionamento é o parceiro que escolhemos – o resto muda tudo.

Ou seja, ainda que tenha feito tudo certo ao escolhê-lo, esqueci de que o cenário todo muda a partir do instante que passamos a dividir o mesmo teto. Aprendi que devemos deixar de lado ideia romântica de que existe um ser perfeito que possa atender a todas as minhas necessidades e satisfazer cada anseio meu.

Um excesso de romantismo talvez tenha me atrapalhado. Pois ele me enfraqueceu diante das dificuldades do relacionamento. Preferi ficar só e me convenci na ocasião de que minha união, com suas imperfeições, não era normal. E o culpado era sempre ele.

Mas ao observar a beleza da união dos meus pais, compreendi que deveríamos as vezes nos sentir acomodados com as imperfeições do dia-dia e lutar para assumir uma postura mais benevolente, paciente e bem-humorada quando elas aparecem.

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Antes, quando a chance profissional feminina era quase zero, a união era de comunhão total de bens. A mulher na verdade agregava-se ao patrimônio masculino, e se tolerada, até que a morte os separasse, então, poderia desfrutar com mais liberdade desse capital.

Se rejeitada, mesmo dentro da lei, recebia o que conviesse à cabeça do casal, assim, denominado pela constituição até 1988, o marido…

O mundo atual abriu-se mais à mulher, mesmo com as dificuldades que enfrentamos  todos e, hoje, as uniões são partilhadas parcialmente. Em pesquisa recente, a maioria de homens e mulheres exige essa privacidade econômica. As parcerias estão no  trabalho com filhos e tarefas domésticas, reciprocidade físicas, em todas nuances de fruição. Além, da sentimental, como paixão, entrosamentos, gostos e amor, mas há o senão econômico.

Curiosíssimo esse aspecto. Divide-se quase tudo. Quase. Cada parte, já a priori, quer  resguardar-se de deslealdades, interesses diferenciados dos outros, desamor. Na verdade, ficar pronto para sair do barco sem prejuízos.

Uniões já não são tão totais. O ser humano mudou? Ficou melhor ou pior? Mais  realista ou menos romântico? Quem pode mais chora menos? E de ambas as partes se criam armaduras para menos desgastes.

A racionalidade e a independência econômica empurram o ser humano para praticidades e o afastam de estereótipos arcaicos que não cabem mais na vida  moderna. Famílias e amores já não são só os tradicionais. Há um leque de opções diferenciadas.

Individualismos já não soam tão estridentes e bizarros. E encontrar caminhos próprios já é mais natural.

Mudanças comportamentais e tecnologia impactante levam a todos para um futuro desconhecido: profissões, escolhas várias e posturas são incógnitas e tudo é imprevisível. A instabilidade generalizou-se.

Isso interfere em nosso agir. Estamos diferentes, mesmo tentando repetir convenções arraigadas em nós mesmos. E ficamos confusos.

Encontrar caminhos que nos fortaleçam e complementem faz-se preciso. Sem medos, remorsos ou pretensões de acertar sempre.

Há um mundo novo a desbravar, nosso lugar para descobrir e desvencilharmo-nos do que já não presta mais.

Temos mais e muito trabalho à frente.

Como identificar quando um homem está apaixonado por você? Fácil. Alguns comportamentos masculinos denunciam rapidamente uma paixão.

Vários são os sinais e sintomas observados no homem que relevam que ele está apaixonado por você. Basta estar um pouquinho mais atenta para então concluir se é paixão ou se ele quer apenas um passatempo.

Quando ele pensa insistentemente em você, pode ter certeza, a paixão chegou. Seja na faculdade, no trabalho ou na academia, ele está sempre com aquele olhar para o infinito, fazendo sonhos e planos onde você faz parte.

Outro sinal: quando você chega perto ou de surpresa. Imagine a situação em que ele está numa festa com amigos, bebida, papo de homem e a energia rolando solta. De repente, você chega e o deixa desconsertado. O foco naquilo que ele considerava bom se perde rápido, rápido. As outras pessoas passam a não ter mais tanta importância e aquela bebida gelada e comida gostosa já não têm mais valor. O papo? Só se for com você.

Uma coisa é admirá-la de longe, a outra é quando você chega perto. Repare no nível da conversa: coisas corriqueiras ou que ele diria para qualquer outra mulher, normal. Mas, se o papo for todo estruturado, com inteligência e humor, ele está apaixonado.

Alguns, mais durões, deixam relevar a paixão pela própria negação. “Eu, louco de amores pela minha melhor amiga? Não!” “Eu, afim daquela que já é comprometida? Não, não e não.” Mas, sim, ele está apaixonado e não adianta negar.

Outro sinal claro de apaixonite aguda é quando só há elogios para você. Suas qualidades são as melhores que ele já viu em alguém. Seus defeitos são um charme. Mesmo aborrecendo o rapaz, ele não consegue se defender e nem imagina começar uma briga.

Mas, o sinal clássico e derradeiro é mesmo o ciúme. Ele vira um Pitbull quando percebe que você está de olho em outro cara. Preste atenção ao comportamento dele quando você está com seus amigos, ou mesmo o paquera, e não titubeie: se o outro perder o norte instantaneamente é porque ele está perdidamente apaixonado.

Agora, se em uma das conversas ele dizer que você é a pessoa com quem ele se imagina no futuro, então além de paixão, ele já pensa em casamento. Para ele, só você é capaz de fazer parte de vida amorosa dele, e ele já vê você como a mãe dos filhos dele.

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Dia das mães, dia das mulheres que tiveram a coragem de virar a vida do avesso para sempre para experimentar uma aventura única e definitiva…

Sim, mães são heroínas. E não importa se são mães exigentes, compreensivas, transgressoras, tradicionais, roqueiras ou românticas… Mães representam a vitória da esperança sobre a descrença. Mães representam o amor incondicional em estado bruto. E, por isso, merecem o aplauso de toda humanidade!

E não há regras ou fórmulas para a maternidade.

Mas uma mulher extraordinária, nigeriana, escritora, 39 anos, mãe e feminista, fez a todas as mães um convite à reflexão…

E se nessa maravilhosa experiência da maternidade, nós, mães, tentássemos desaprender várias “lições de gênero” que internalizamos durante a infância?

E se nunca dissermos às nossas filhas para deixarem de fazer algo “porque vocês são meninas”?

E se não dissermos às nossas filhas que o matrimônio não é uma realização, mas sim uma escolha?

E se não ensinarmos nossas filhas “a agradar”, mas sim que elas podem se sentir plenamente confortáveis para ser elas mesmas?

E se mostrarmos às nossas filhas que a maternidade é uma experiência única, mas que o mais importante é que elas sejam pessoas completas?

O nome desta mulher é Chimamanda Ngozi Adichie. Recentemente, ela deu o seguinte depoimento sobre a maternidade e sobre sua filha:

“Nunca amei ninguém com o a amo. Se algo mudou, é que o feminismo não é mais uma teoria, agora sou eu pensando sobre o mundo no qual minha filha viverá, então eu quero desesperadamente que as coisas melhorem para ela.”

Você pode conferir todas essas reflexões no último livro de Chimamanda, um excelente presente para você e para as mães que você conhece:

PARA EDUCAR CRIANÇAS FEMINISTAS

AUTORA: Chimamanda Ngozi Adichie

TRADUÇÃO: Denise Bottman

EDITORA: Companhia das Letras

 

Para ler e se inspirar.

 

Aliás, não perca também seus brilhantes discursos no TED:

https://www.youtube.com/watch?v=fyOubzfkjXE

https://www.youtube.com/watch?v=wQk17RPuhW8

 

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