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Quando as mulheres chegam aos seus cerca de 35 anos, a preocupação cotidiana com a aparência triplica.

Você já deve ter visto em algum lugar (um bar, uma festa ou um restaurante) um grupo de mulheres na faixa de deus 35 a 40 anos que começam a ter todas as mesmas caras?

Ridículo. Todas com lábios carnudos e virados para fora, testas lisas e meio plastificadas, olhos enormes e puxados para cima, seios fartos empinadinhos. Tudo dando aquela impressão de que acabaram de levar um susto.

Na casa dos 35, a fertilidade começa a diminuir e o botox, preenchimentos e afins surgem como solução para esconder as marcas do tempo. É a época em que as mulheres começam a gastar suas economias para isso.

Ao mesmo tempo, estranhamente nessa fase estamos também mais seguras do que nunca. Já estamos num bom emprego, várias experiências sexuais, pelo menos uns 4 vestidos bacanas. Uma ou outra viagem dos sonhos ja realizadas.

Mas ainda assim a pressão por escondermos nossas rugas persiste. Confesso que eu não quero isso não.

Quero que minhas rugas e frisos na testa estejam aparentes. Quero que os sinais da idade estejam bem ali. Ele são exatamente sinais da maturidade. Quero as pessoas me vejam e logo me identificam: “Olha ali uma mulher vivida e sábia”.

 

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E aí você chega aos 40 anos solteira, sem filhos e sem namorado, o que fazer? Parece que a história chegou ao fim, não é mesmo?! Mas talvez seja apenas o momento de começar a contar uma nova história.

No mundinho chamado de perfeito, escrito e descrito por uma sociedade arcaica, não haverá mais história alegre. A solteirona quarentona estará destinada a viver à margem da sociedade, como se fosse um ser que sofre de uma doença degenerativa, que merece todo o pesar e consideração de quem tiver um tempinho para lhe conceder.

Você achou um exagero? Fico feliz por você ler isso e torcer o seu nariz, e esta reação me faz crer que ainda há chance para uma sociedade mais justa.

Acredito que a melhor resposta para os olhares descrentes de que existe felicidade para uma mulher solteira aos 40 anos veio de uma das nossas seguidoras.  Sim, ela pensou em casar, achou que poderia ser legal formar uma família, mas quando não aconteceu ela tomou a sábia decisão de fazer uma comemoração incrível, para celebrar todas as conquistas que teve até chegar aos 40 anos linda e bem resolvida (financeira e emocionalmente).

Mais do que isso, ela deixou claro que tem muitos sonhos ainda para viver. Também há muita energia para concretizar seus planos, muita beleza para desfilar e determinação de sobra para ser muito feliz!

E para chegar lá, no lugar onde os sonhos apontam, ela conta com outras virtudes, que vão muito além da carinha de pele lisinha. Ela tem a experiência para desviar a sua vida de ilusões vazias, a coragem para viver sem a aprovação dos preconceituosos e já identificou os amigos que irão acompanha-la a cada conquista e a cada perda, ou seja, ela tem pessoas certas ao seu lado, que viverão com ela na alegria e na tristeza, até que a morte os separe.

Então, se você tem amigas ou até mesmo amigos na mesma condição, porém tristes porque olham no espelho e veem as ruguinhas, características deste momento de vida, sugira que faça uma festa, se afaste dos pessimistas e olhe para frente vislumbrando o futuro como uma oportunidade de viver novas experiências, porque aquelas sensações de quem tinha vinte ou trinta anos não precisam se revividas, pois a vida acontece agora e cada etapa tem um encanto especial.

 

É lógico que vamos envelhecer. Todos sabemos que isso traz vantagens e desvantagens.

Quando você passa dos trinta e poucos, o assunto se torna recorrente na roda de amigos que entraram nos “enta”, onde logo você também entrará.

Hoje fui almoçar com alguns amigos e comecei a reclamar dos meus primeiros fios de cabelos brancos. Tenho pavor deles. Adoro pegar os gatinhos na balada e apesar de ser óbvio que eles sabem que já faz tempo que passei da época da faculdade, ver cabelos brancos devem lembra-los de suas mães, e não uma gostosona.

Para aumentar o meu pavor, a conversa começou a explorar cabelos brancos em outras regiões do corpo que não ficam tão visíveis na balada e sim, em momentos bem mais íntimos.

Gente, surtei!

Um amigo relatou que na hora do sexo oral, na esposa de 46 anos, não conseguiu terminar o serviço, pois caiu na risada ao se deparar com alguns fios brancos que brotavam por lá. Outro relato que me fez sofrer foi quando minha amiga de 40 anos disse que no ano anterior ela mesma tinha identificado tal mutação genética em seus pentelhos.

SOCORRO!!!

Minha vontade era ir correndo ao banheiro verificar se já estavam por lá os malditos sinais da velhice, quando me lembrei que seria impossível tal constatação, uma vez que nessa região eu sempre garanto que nem os cabelos negros estejam presentes. Ufa! Que alivio.

Então sabiamente pude dar minha contribuição: Queridas, não devemos sofrer com essa bobagem! Se nos cabelos visíveis podemos usar recursos de tintura para resolver tal situação, nos pentelhos é ainda mais fácil, basta extingui-los.

Todos riram e a conclusão do almoço foi que ter ou não cabelos brancos é só uma questão de penteado.

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Sinceramente, não costumo reparar na roupa das pessoas, mas outro dia encontrei no banheiro uma mulher que passava dos seus 50 anos e, impulsivamente, foi aberta uma exceção. Ela usava um vestido sexy, não muito curto, mas agarrado ao corpo o suficiente para evidenciar todas as suas curvas e saliências.

Essa inocente personagem do meu dia não era dona de um corpo escultural, em seu conjunto de saliências somavam-se também aquelas desagradáveis que se aglutinam em nosso abdômen e em nossas coxas.

O que me chamou atenção para a cena é que não era alguém explorando seu poder de sedução. A sensação que tive foi a de ver um corpo enrolado em um pano e só, de forma que ela, simplesmente, já havia descartado todos os padrões pré-estabelecidos (por terceiros) para ter o direito de estar naquela peça.

Posteriormente, ouvi comentários clichês sobre o ridículo da combinação (vestido mais corpo), mas a minha leitura do fato é de que se trata muito mais de um ato de coragem do que qualquer outro exercício de exibicionismo gratuito. Vi aquele ser como a inspiração de algo que poucas pessoas fazem: vestir as peças escondidas no armário e sentir-se livre na convivência com seu próprio ridículo.

Solteirando pelas redes sociais