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Dia das mães. E no mais recôndito de nosso ser surge uma emoção: de um jeito qualquer e, em diferentes intensidades, o sentimento de gratidão e até admiração pelo ser que gestou, embalou e cuidou na plenitude o serzinho que pôs no mundo.

Quanto, quanto trabalho e dedicação! E quase unanimemente é um dia especial!

E não é fácil. Além da dedicação dessa mãe, surge a cria que crescida se rebela, não combina, bate asas e tem caminhos tão diferentes. O que será que nela sobrou da mãe? E um dia ela também será mãe, e, nos dias e noites longas, na sua vez de cuidados, ela vai se identificando com a mãe. Verdade que com resistência: ouve mais psicólogos, aconselhadores de várias mídias e outros quaisquer. Como as anteriores, ela quer acertar desesperadamente, e, na sua insegurança guiada pela modernidade, esquece de quem, muito perto dela, e com o mesmo amor de sempre está ali para ajudá-la e tem sim experiência de fato.

Quantos escritores e especialistas sequer são pais?! Ou os pais, tão problemáticos?! Ouvindo-os tem-se pena das mães que sempre são as culpadas. E a frustração faz mais ouvintes e clientes de vários consultórios. Será que a convicção deles deu resultado? Seus filhos são exemplos absolutos da perfeição?

Reflita, acredite em si mesma e no que aprendeu, reforme o que não deu certo e, do seu jeito, faça melhor com base não só nas ideias, mas na prática. E confie na avó, na mãe e em você que certamente sua filha terá, com seu amor mais seguro, o futuro que você quer para ela: felicidade.

Como quis sua mãe e a mãe dela. Problemas? Sempre. Varinha de condão? Não existe. Dedicação, força, coragem, amor e amor e eis sua filha pronta para essa vida danada de difícil.

Esse é só um recadinho desse universo de considerações do relacionamento mãe e filha. Seja mais filha para ser mais mãe!

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Dia das mães, dia das mulheres que tiveram a coragem de virar a vida do avesso para sempre para experimentar uma aventura única e definitiva…

Sim, mães são heroínas. E não importa se são mães exigentes, compreensivas, transgressoras, tradicionais, roqueiras ou românticas… Mães representam a vitória da esperança sobre a descrença. Mães representam o amor incondicional em estado bruto. E, por isso, merecem o aplauso de toda humanidade!

E não há regras ou fórmulas para a maternidade.

Mas uma mulher extraordinária, nigeriana, escritora, 39 anos, mãe e feminista, fez a todas as mães um convite à reflexão…

E se nessa maravilhosa experiência da maternidade, nós, mães, tentássemos desaprender várias “lições de gênero” que internalizamos durante a infância?

E se nunca dissermos às nossas filhas para deixarem de fazer algo “porque vocês são meninas”?

E se não dissermos às nossas filhas que o matrimônio não é uma realização, mas sim uma escolha?

E se não ensinarmos nossas filhas “a agradar”, mas sim que elas podem se sentir plenamente confortáveis para ser elas mesmas?

E se mostrarmos às nossas filhas que a maternidade é uma experiência única, mas que o mais importante é que elas sejam pessoas completas?

O nome desta mulher é Chimamanda Ngozi Adichie. Recentemente, ela deu o seguinte depoimento sobre a maternidade e sobre sua filha:

“Nunca amei ninguém com o a amo. Se algo mudou, é que o feminismo não é mais uma teoria, agora sou eu pensando sobre o mundo no qual minha filha viverá, então eu quero desesperadamente que as coisas melhorem para ela.”

Você pode conferir todas essas reflexões no último livro de Chimamanda, um excelente presente para você e para as mães que você conhece:

PARA EDUCAR CRIANÇAS FEMINISTAS

AUTORA: Chimamanda Ngozi Adichie

TRADUÇÃO: Denise Bottman

EDITORA: Companhia das Letras

 

Para ler e se inspirar.

 

Aliás, não perca também seus brilhantes discursos no TED:

https://www.youtube.com/watch?v=fyOubzfkjXE

https://www.youtube.com/watch?v=wQk17RPuhW8

 

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Quem é a Natalia Pereira?

33 anos, solteira, taurina, nasci em Santos mas sou crescida e caipira de Pirassununga, Bacharelada em Fotografia e pós graduada em Gestão Cultural. Quando terminei a faculdade fui trabalhar em navios de cruzeiros, pra uma empresa americana que terceiriza os fotógrafos para algumas companhias. Ai pude realizar uma parte de um sonho – viajar o mundo.

Trabalhava muito! Mas passei por mais de 50 países, 6 continentes, 5 navios de diferentes portes e nacionalidades, conheci pessoas, culturas, idiomas, músicas. Foram quase 4 anos a bordo então tenho amigos por todo o mundo.

Depois morei um tempo em Puerto Vallarta, no México, também trabalhando com fotografia. Uma experiência bastante diferente do navio, mas de muito importância pra minha vida. Em 2010 voltei ao Brasil e comecei a ensinar no curso técnico de fotografia do Senac, em SP, e a fotografar eventos sociais e corporativos. Fiz a pós graduação e também trabalhei com projetos culturais.

Durante a sua carreira de fotógrafa, já encarou situações sexistas? Que postura você recomenda nesse tipo de situação?

Acho que a mulher sempre enfrenta, né? Mas eu me sinto um pouco sortuda, já que foram poucas vezes. No navio eu fui promovida rapidamente, no meu terceiro contrato eu me tornei assistente de gerente e em poucos meses já era a gerente da equipe. Na época levava uns 5 ou 6 contratos para que isso acontecesse.

Então aí sim apareceram comentários de que eu havia sido promovida porque o meu gerente de operações (que trabalhava no escritório e visitava o navio 1 ou 2 vezes no ano) só tinha me promovido porque me achava bonita. Eu nunca me importei, sabia que tinha sido promovida porque fazia um bom trabalho e a empresa precisava de alguém com o meu perfil naquele momento. Fui a primeira brasileira Gerente de Negócios Fotográficos da empresa.

O que mais me incomodava era quando eu comentava que alguma nova fotógrafa chegaria para a equipe e a pergunta vinha: ela é bonita? Tanto faz! O que me importava era se ela era competente, inteligente, boa fotógrafa.

Não sei se tenho uma recomendação para estas situações, mas eu sempre tive a certeza de qual era o meu papel dentro da empresa e nunca achei que poderia fazer mais ou menos por ser mulher. Pra mim não tem muito “coisa de menino” x “coisa de menina”. Saí do interior com 17 anos pra fazer faculdade em SP, com 21 fui para o navio e mais tarde pro México. Com o apoio dos meus pais, mas sempre enfrentei esses desconhecidos sozinha. Eu queria sempre conquistar mais, fazer mais, conhecer outras coisas, pessoas. Ainda tenho isso em mim. Acho que acreditar em mim é o suficiente para enfrentar as situações. Sei como e porque cheguei aos lugares, empregos que tive. Faço questão de me colocar muito profissionalmente.

Como nasceu o Maya Materna?

No fim de 2015 eu tive a ideia do novo negócio, fui fazer alguns cursos de empreendedorismo, pedi demissão do Senac, parei com a fotografia. Comecei a me dedicar exclusivamente para que minha vida tivesse um novo caminho profissional.

Já tinha um tempo que eu estava insatisfeita com minha carreira profissional. E por mais que adorasse fotografar casamentos, não me via fazendo isso ao 50 anos.. Vinha procurando outras opções e a possibilidade de ter um negócio era o que mais me instigava. Quando minha irmã teve sua primeira filha ela reclamou das lingeries disponíveis e isso meio que passou batido. Na segunda gravidez a reclamação apareceu novamente. Eu assino uma newsletter de uma empresa de lingerie há bastante tempo, sempre gostei de sutiãs. Os e-mails chegam quase que diariamente e, um dia, apareceu no email 1 único sutiã de amamentação e até que era bonitinho. Encaminhei o email pra Stella e 1 ou 2 dias depois me deu o clique: “se ninguém faz isso eu vou fazer! Falei pra minha irmã da ideia ( já tinha falado de outras anteriormente, sem nenhum sucesso! ) e ela adorou. Não dormi naquela noite. Passei a pesquisar sobre o assunto, conversar com mães etc.

A ideia apareceu em agosto ou setembro. Em outubro pedi demissão das aulas e fui finalizando meus compromissos com a fotografia. Passei a visitar oficinas de costura, procurar estilistas, fazer curso de empreendedorismo, pesquisar concorrência, etc.

Fiz o Empretec, que um grande amigo havia indicado, e depois montei um plano de negócios. De novembro 2015 a setembro de 2016 foi só aprendizagem. Eu não sabia nem o nome dos tecidos, elásticos, quantas partes um sutiã tem.. nada! Ainda hoje aprendo algo novo todo dia.. e é ótimo. Estamos online desde 30 de Setembro e o feedback tem sido incrível.

Por que arriscar uma carreira estável para trabalhar em um novo negócio?

Realização pessoal e a oportunidade de preencher uma lacuna no mercado. Eu não estava feliz com a minha carreira tive uma ideia que me pareceu boa. Outras pessoas falaram que era boa. Estudei, pesquisei e cada vez mais ficava na minha cabeça que era um bom caminho, uma boa oportunidade de negócios. Era um risco, mas um pouco calculado: vendi o carro pra montar a empresa e voltei a morar com meus pais para economizar o aluguel, tive que sair de SP e voltar a Pirassununga. Se o negócio não desse certo, teria que voltar a fotografar e talvez ensinar. Achei que valia a pena o risco.

Quando contava minha mudança dava pra ver em alguns rostos as caras de dúvida: eu não venho da moda, não sabia nada de lingerie, etc. Mas acreditei que com a equipe certa, muita persistência e planejamento o negócio andaria. Me comparo a uma maestrina: não toco nenhum instrumento, mas conduzo a banda.

Eu tenho que ser muito grata pela oportunidade que tive de mudar. Minha família acreditou na minha ideia e me incentivou neste novo caminho. Minha irmã é sócia no negócio, meus pais me receberam em casa e me ajudaram a financiar o projeto. Meus amigos me ajudaram muito, me apresentaram pessoas importantes para que a Maya acontecesse, me receberam em suas casa quando precisei ficar em SP para trabalhar, alguns trabalharam no projeto, com a Mariana Valverde que fotografou nossas peças e a Júlia que foi nossa modelo mamãe linda! No começo da ideia nós pensamos em importar algumas marcas e revende-las aqui no Brasil, o que facilitaria o negócio. Mas aí a Maya não teria a nossa cara, nossos desejos. E passamos a desenvolver as peças do zero, criamos tudo. A Andreza Zan, que foi a estilista dessa primeira coleção, me pegou pela mão e me apresentou a todos os fornecedores de tecidos, rendas, mão de obra, etc!

A maioria das pessoas que tem vontade de mudar ou tem uma boa ideia na cabeça, não tem a oportunidade. Eu tenho uma grande rede que me ajuda a seguir em frente e realizar este sonho. Tenho que reconhecer e ser muito feliz por ter estas pessoas ao meu redor.

Quem são as clientes do Maya Materna?

A Maya surgiu para dar cor, alegria, praticidade e conforto para as gestantes e mulheres em fase de amamentação. Mas além disso queremos que as mulheres vejam nossas lingeries como um carinho para elas mesmas. Elas passam meses escolhendo nome, roupinha, berço, decoração, etc para o bebê. E muitas vezes vão pra maternidade sem um sutiã de amamentação na mala. A lingerie é quase sempre vendida como uma “arma de sedução”, é só a gente observar a maior parte da publicidade deste mercado.

Mas nós queremos que a Maya seja uma arma para a própria mulher se reconectar com este corpo em constante mudança. É um fato que ela vai precisar de um sutiã para esta nova fase então por que não usar um sutiã bonito, bacanudo, colorido? A grande maioria do que se vê é bege e sem graça. Pode ter cor sim, pode ter renda, estampa, capricho e carinho. Tem que ser fácil de usar, confortável e tudo o mais, mas não precisa passar desapercebido.

A mulher que compra Maya cuida da autoestima e sabe que um sutiã legal pode mudar o seu humor. Não é pro outro, não é sedução; é pra ela, pra este novo momento de vida. Ela quer cuidar tão bem dela quanto cuida do seu filhote.

Que relação você enxerga entre o Maya Materna e o Solteirar?

A definição do Solteirar poderia ser a descrição da Maya! Acho que o que vocês propõ em é justamente o que queremos para as mulheres, o que eu busco pra mim. Quando vocês dizem: “plenitude individual ou à procura dela” e outros valores tão importantes como estar em contato consigo, independência, errar e não se cobrar, me reconheço como pessoa, mulher e também como empresa. Queremos liberdade para que as mulheres escolham – ou não – filhos, casamentos, estilo de vida.

Normalmente colocamos um mundo de coisas e compromissos na frente das nossas vontades. Dá pra ser plena, mais honesta consigo mesma. Autoconhecimento é um caminho longo, mas é necessário estar sempre em contato com nossas emoções, fraquezas, dificuldades, prazeres. Só assim conseguiremos caminhar com mais firmeza.

A Maya quer que a mulher se reconecte com seu corpo, que passou por tanta transformação física e emocional. Queremos que esta recém nascida mãe cuide dela também. Sentir-se bonita e bem cuidada traz felicidade e leveza à vida.

 

Crédito fotos de Natália: Reginaldo Rocha

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“Só sei que nada sei” tem mais de dois mil anos e ajusta-se como luva quando se fala em maternidade. Tudo o que se pretendia ou idealizou antes e durante a gestação muda, toma mil caminhos desconhecidos no cotidiano de recente mamãe.

É difícil autoanalisar-se por hipóteses e é fácil perante novas situações não se saber qual a melhor atitude a tomar, mais ainda quando a responsabilidade chega a nossos braços chorando, com nome e tudo, e é sua cada ação.

Estereótipos podem ser muitos e que não se enquadram em cada individualidade: mães sensíveis demais ou com senso de responsabilidade acerbada podem sofrer muito e ter reações inesperadas. Ninguém pode negar que os primeiros meses da vida do bebê sobrecarregam os demais. Às vezes, o pouco tempo da licença e a falta de recursos diversos podem apavorar e cada uma tem sua resposta a esta difícil tarefa.

A sociedade fez um padrão de comportamento que pensa deve seguir-se e exceções à regra são criticadas. Mas o bom senso reconhece que as variantes são infinitas e o prazer ou sofrimento deste momento conturbado e difícil é absolutamente próprio de cada uma.

Se falta algo, que parentes, amigos e profissionais da área médica fiquem a postos. O que virá após é uma mamãe amorosa, valente e disponível a dedicar-se ao filho querido por anos a fio, isto é definitivo.

Para futuras ou atuais recém-mamães o que é certo é que, além de trabalhos e sentimentos intensos, que às vezes podem confundir, virá uma calmaria ou domínio das inúmeras dificuldades, uma experiência mais prazerosa, um sentimento estável com a luta diária pelo filho, a vencer adversidades, tornar-se melhor, plena e mais forte.

Acordar a leoa que há em cada mãe. Aproveite esse início que passa logo e só acrescentará algo à sua história.

A nós, outras mulheres, cabe apoio, incentivo sempre e nunca críticas, pois sabemos como mães que o imprevisível ou o infortúnio a cada momento nos espreita e, criar filhos é tarefa nada fácil. A cada estágio, seus problemas.

Não somos infalíveis ou supermulheres. Só ofertamos como mães um amor constante.

 

Foto: Agradecimentos a PsychCentral.

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Uma leitora nos pediu um texto sobre a mulher de 30 anos. Eu prontamente me candidatei a escrevê-lo. Adorei a virada dos 30 anos.

No ano em que fiz 30 anos, refleti muito sobre alguns aspectos fundamentais da minha vida:

– Se a expectativa de vida de um brasileiro é de 75 anos, eu já tinha vivido 40% da minha vida. Eu estava feliz com o que consegui até então? O que ainda faltava? O que era preciso mudar para aproveitar bem os próximos 60%?

– Minha ginecologista explicou que nosso corpo está preparado para produzir hormônios até os 30 anos, e que não era à toa que se comentava que a mulher possui um relógio biológico que alerta para ter filhos. Após os trinta, as taxas hormonais começam a diminuir, mas vale lembrar que uma mulher saudável não terá uma queda brusca, apenas iniciará o processo de diminuição. Logo, era com o meu marido que eu queria ter filhos? Ou eu estaria perdendo tempo em um relacionamento sem futuro para os meus planos de maternidade?

– Uma médica ortomolecular, que eu tinha procurado por estar acima do peso, me avisou que o envelhecimento começa a se instalar nas células aos 30 anos. Como estava  minha qualidade de vida? Eu era feliz no trabalho? Tinha tempo para mim? Eu estava me cuidando?

– Ouvi falar na minha roda de amigos que a mulher precisa estudar muito mais que o homem para ocupar o mesmo cargo. Constatei ao olhar ao meu redor que se tratava de uma realidade. Eu já tinha estudado tudo o que precisava? Estava na hora de investir em outra formação?

Não pensem que eu não era feliz. Eu era feliz por ter chegado bem aos 30 anos. Eu tinha um casamento, uma carreira, já tinha cursado um MBA. Portanto, já era considerada uma mulher de sucesso. Mas eu queria parar por ali ou queria mais? O que eu estava fazendo para garantir a continuidade da minha felicidade nos próximos anos.

Essas reflexões me levaram a mudar minha vida de uma forma tão incrível que hoje, já passei dos 40, considero que o alicerce de minha felicidade foi firmado aos 30 anos, quando fiz meu momento da virada:

– Dei um novo rumo para minha carreira, pois a função que eu exercia, embora com muito conforto e sucesso, não me movia mais. Percebi que estava acomodada e mudei de área dentro da mesma empresa onde eu trabalhava.

– Pedi a separação, rompendo o casamento com o cara que era um ótimo companheiro de aventuras e que deveria ter sido somente o meu melhor amigo, mas que como marido e mulher estávamos fadados a uma vida onde eu sempre seria a mãe dele.

– Comecei a sair e descobri que aos 30 anos eu era jovem e, apesar do meu sobrepeso, ainda era capaz de atrair muitos olhares.

– Me dediquei a mais uma especialização que faria diferença na minha carreira nos próximos anos.

Enfim, para algumas mulheres a marca dos 30 anos é só mais uma data, pra outras pode ser  um novo início. O que importa é comemorar e avaliar se o caminho que te fez sobreviver até  aqui é o mesmo que a fará uma mulher feliz nos próximos 30. Se a conclusão for “sim, estou no caminho certo”, lute para continuar nele, caso contrário, derrube já as barreiras que possam impedi-la de ter o sonhado futuro feliz.

Afinal, cada idade tem suas características, mas em todas o melhor da vida é ser feliz. Descubra o que é ser feliz para você.

 

Solteirando pelas redes sociais