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Recentemente a imprensa divulgou a lista das mulheres mais poderosas do mundo e do Brasil.

Tem mulheres executivas do mundo corporativo, mulheres de engajamento e assistência social, mulheres que contribuem para o desenvolvimento educacional do país, mulheres negras, e assim por diante.

Mas o que elas têm de tão diferente da gente?

Nada. O que faz elas serem tão poderosas assim e nós não? Nada.

Em minhas andanças pela vida, tive o prazer de conhecer e conviver alguns meses com  três dessas ditas mulheres poderosas. E a conclusão que chego é que são gente como a gente.

Pessoas muitas vezes bem simples, sem frescuras. Nem sempre possuem excelente formação acadêmica ou nasceram em berço de ouro.

A característica comum está no fato de serem muito determinadas, inconformadas com o status quo, disciplinadas e que vão fundo em busca de um sonho, que num primeiro momento pode parecer impossível.

Ou seja, mulheres como a maioria de tantas outras mulheres brasileiras: batalhadoras, determinadas e disciplinadas na criação de seus filhos e na manutenção do lar (ainda que sem muitos recursos); vencedoras diárias na luta contra o preconceito feminino, seja no trabalho ou mesmo em casa; mulheres sonhadoras e esperançosas, mas sem tirar os pés do chão.

São mulheres que têm lá seus ataques de nervos de vez em quando; que ficam deprimidas às vezes, que discutem com o parceiro. Que possuem diversos problemas familiares. Mulheres que conversam sobre assuntos às vezes banais e cotidianos. Assistem os mesmos programas e séries que a gente. Adoram um arroz com feijão.

Enfim, não são deusas. Não são rainhas intocáveis, com poderes e dons especiais. São mulheres comuns. Muito comuns.

Brasileiro de modo geral tem mania de endeusar as figuras públicas e com isso subestimar suas capacidades e competência.

Acreditem. Somos igualmente poderosas. E, temos a vantagem de não nos deslumbrarmos com as propagandas e toda pirotecnia que a mídia faz ao redor desses títulos. Sabemos que isso é sempre efêmero.

Conheça o berloque para você desfilar autoestima

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Uma criação My Wishes especialmente para o Solteirar.

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Outro dia, lendo despretensiosamente uma revista na sala de espera de uma consulta médica, li sobre um projeto que conecta meninas para construírem uma próxima geração de mulheres mais autoconfiantes.

Um projeto, de certo modo, bastante convergente com o propósito do Solteirar.

Para falar sobre autoestima, feminismo, padrões de perfeição e liderança com garotas, o programa FORÇA MENINAS organiza encontros com pais, filhas e educadores. A  proposta é ajudar a próxima geração de garotas a crescer mais autoconfiante, saudável e participando mais efetivamente na liderança do mundo.

Os encontros são pensados para cada faixa etária, que vai dos 6 aos 18 anos de idade. Temas de “como despertar o melhor de mim” e “como criar o meu caminho” são alguns exemplos da programação desse grupo, que acredita que o desenvolvimento das meninas de hoje é crucial para a próxima geração de mulheres líderes.

Vale a pena visitarem o site e apreciar com mais tempo os objetivos desse nobre projeto: frmeninas.com.br.

 

“Desculpe, não vou falar mais com ele”

“Tá bom, vou trocar de roupa”

“Não precisa ficar nervoso, vou excluir os meus contatos”

“Não vou hoje, o ͚amor͛ ficou bravo quando eu disse que ia sozinha”

“Imagina, eu não posso sair sem ele”

“Não foi por mal, é só ciúme. Quem ama cuida”

Verdade seja dita, quando se está apaixonada, defeitos gritantes da pessoa amada passam despercebidos, viram um mero detalhe no cotidiano passional. Comportamentos agressivos, egoístas, dominadores e controladores se disfarçam de proteção, cuidado e zelo.

Doce ilusão.

O tempo vai passar e você vai trocar seu guarda-roupa. Verá seus amigos em meros encontros casuais na rua ou no mercado. Vai deixar de frequentar os lugares que mais gostava. Vai ter dificuldade para escolher algo para si mesma. Não vai conseguir tomar uma simples decisão sozinha, porque já se acostumou a agir sob o aval do outro. Vai se enterrar em uma relação de cárcere. Vai afastar-se de si mesma.

Quem nunca proferiu alguma dessas frases tentando acreditar que havia algo maior e mais profundo na relação? Ou quem nunca as ouviu como justificativas baratas da melhor amiga? Dá vontade de gritar: – Que cegueira é essa?!

É uma névoa que confunde amor com falta de respeito.  Não estou aqui falando como expert profissional no assunto, mas sim, para transcrever o desabafo de sobrevivente desse tipo de tortura.

Liberte-se das desculpas e justificativas.

Fuja desse ambiente de perseguição.

Livre-se do conceito de domínio.

A conclusão do que tenho vivido me levou a ter uma única crença: ciúme ou amor – os dois não coexistem.

 

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Voto que não é respeitado e muito menos valorizado nem pelos políticos e nem por nó mesmas. Esquecemos em quem votamos, não acompanhamos seu desempenho, não nos conectamos para pressionar ou até para elogiar, se for o caso…

E os políticos eleitos por nós comportam-se como uma classe independente, não pensando em nossas necessidades, mas sim em seus interesses, até os mais escusos… E temos exemplos demais – do tamanho da corrupção – em que eles são os atores principais.

Temos sim que acompanhar a ação do poder judiciário e continuar exigindo que sejam punidos os que merecem.

Mas agora é o momento do nosso protagonismo, nossa avaliação competente de escolher, pelo menos o menos pior. Pesquisar seu passado, sua postura, suas propostas, seu empenho, temos hoje ferramentas que permitem devassar a vida pública dos candidatos, é nosso dever escolher bem.

Escolhas aleatórias, sem o crivo da razão, por interesses pequenos, levaram ao quadro maléfico em que os atuais políticos prejudicam nossa vida profissional, social e até familiar com ações que destroem a estabilidade deste país. E estamos sentindo no bolso e na insegurança, até física, a falta que fazem políticos competentes e honestos. Não julguemos que eles não atuam ou são periféricos em nosso cotidiano. Pelo contrário, eles podem sim ajudar muito ou, atrapalhar demais, que é o que fizeram agora, milhões de desempregados, salários achatados, fechamento de indústrias e comércio, inflação, confiança abalada e sem perspectivas de melhoras a curto ou médio prazo.

Vamos ser criteriosas, exigentes e, se for possível, valorizar mulheres para fazer uma mudança neste cenário político. Cinquenta e dois por cento dos brasileiros são mulheres e nem dez por cento políticas. Eles nos entendem, respeitam, sabem de nossas aspirações e preocupações? A resposta está na ponta de nossa língua. Sem igualdade de salários, creches, proteção para violentadas de toda espécie, entre outras injustiças…

Sabemos por experiência própria que mulheres que se destacam são no mínimo dez vezes melhores dos que os oponentes masculinos. Vamos dar-lhes voz e oportunidade de nos representar. Passou da hora de nos valorizarmos, não vamos deixar para depois.

Vote conscientemente.

 

Links que podem ajudá-la em sua decisão:

http://www.politize.com.br/escolher-seu-candidato-eleicoes-8-passos/

http://www.politize.com.br/candidatos-das-eleicoes-2016-como-conhecer

Sem sombra de dúvidas, elas estão brilhando nos jogos olímpicos.

Superação, raça, determinação e luta contra preconceito são palavras da ordem do dia para as atletas nessas Olimpíadas.

A despeito da baixa remuneração (nem vamos comparar o salário do Neymar com o da Marta), da falta de incentivo em muitas modalidades ou as vezes em todas as modalidades em certos países, as mulheres estão dominando os holofotes dos jornalistas e das redes sociais no mundo todo. Eis abaixo algumas dessas feras.

 

1. Marta – jogadora de futebol da seleção brasileira

Dispensa maiores apresentações. Cinco vezes eleita a melhor jogadora do mundo, ela vem arrasando nos jogos da primeira fase e deixando os jogadores da seleção masculina em maus lençóis.

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2. Rafaela da Silva – judoca do Brasil

Lá da Cidade de Deus, bairro humilde do Rio de Janeiro. Após ter cometido um erro em Londres 2012, que a desclassificou, Rafaela teve que superar o racismo e uma depressão para então dar a volta por cima e responder com uma medalha de Ouro a todos que duvidavam de sua competência.

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3. Oksana Chusovitina – ginasta do Uzbequistão

Ela já participou de sete Olimpíadas. Aos 41 anos, Chusovitina é a competidora mais velha da ginástica artística e surpreende a todos com a sua força de vontade. “No pódio, somos todas iguais, com 40 ou 16 anos. Você só precisa ir lá e fazer o seu melhor”, afirmou em entrevista ao ESPN.

Disse também que sua maior inspiração é seu filho Alisher, diagnosticado com leucemia e hoje já recuperado.

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4. Yusra Mardini – 18 anos, nadadora. Seu país? faz parte do time de refugiados do COI.

Participou pela primeira vez de uma Olimpíada, integrando-se ao time de refugiados, pois ela escapou da guerra da Síria. E escapou de lá literalmente nadando.

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5. Doaa Elgobashy e Nada Meawad – jogadoras de vôlei de praia do Egito

Com 19 e 18 anos respectivamente, elas chamaram atenção por suas vestimentas no primeiro jogo contra as alemãs. Jogando nas areias do Rio de calça e hijab (véu), que imprime sinal de privacidade, modéstia e moralidade das mulheres.

Mas o maior mérito delas está no fato de formarem a primeira dupla do Egito a disputar uma Olimpíada nessa modalidade. Sinal de que mesmo nos países mais tradicionalistas e de culturas tão diferentes, as mulheres estão saindo para o mundo, fazendo suas vontades e talvez mostrando ao resto do mundo que não são tão diferentes assim.

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6. Anna van Vleuten – 33 anos, ciclista de estrada holandesa

Anna, uma das melhores ciclistas de seu país, liderava a prova da modalidade de estrada (percurso de craca de 140 km), mas já no final sofreu um grave acidente. Após o grande susto, Anna se encontrava bem no hospital, embora com algumas fraturas. As primeiras palavras dela para a impressa foram “eu estava fazendo a melhor corrida da minha carreira”.

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A raiva é um sentimento muito mal visto em nossa sociedade. Todos esperam, principalmente das mulheres, uma atitude serena, seja lá qual for a agressão ou a provocação. Mas, às vezes, o único desejo latente nessas situações é a vontade de espancar a pessoa à sua frente, ou quebrar a casa inteira, ou falar todas as verdades que você pensa do fulano à sua frente.

Existem estudos que mostram que a ira mal trabalhada provoca uma série de doenças. Se você não quer perder sua preciosa saúde, faça todas aquelas coisas que você já leu ou já ouviu.

1. O primeiro exercício é ver se realmente vale a pena a discussão. Algumas opiniões, por mais estúpidas que sejam, simplesmente não valem o seu tempo e muito menos a sua ira.
2. Se você estiver com raiva porque sabe que a pessoa proferiu uma verdade para o seu bem, aceite! Aproveite a oportunidade de fazer diferente e ter resultados mais felizes para a sua vida.
3. Caso não tenha como mudar a situação, faça qualquer coisa para liberar a sua adrenalina: vá correr no parque, faça uma aula de boxe, pedale, volte a pé para a casa.
4. Ache o momento certo para dizer aquilo que pensa, exercitar, expor sua opinião, sem ter alterações explosivas. É importante para não perder a razão.
5. Importe-se menos com a opinião dos outros.
6. Aceite as diferenças, nem sempre você terá razão, e descobrir isso não afará alguém menos especial.
7. Lute por aquilo que acredita, sua opinião poderá mudar um comportamento no futuro.
8. Não crie expectativas.
9. Controle a ansiedade.
10. Tenha um animal de estimação, os bichos têm o poder de acalmar.
11. Faça uma caridade. Ajudar alguém sem intenção sossega os sentimentos agudos.
12. Procure um terapeuta, psiquiatra. Às vezes é necessária a ajuda de um profissional para lidar com este mundo louco, de poucos princípios e muitas cobranças.

Mas, a nossa mais preciosa sugestão é: Solteire-se! Afinal, Solteirar é ausência de um código para ser feliz. Descubra seu jeito de lidar com problemas para ter mais qualidade de vida.

Respeite seus sentimentos. A raiva é uma força de transformação. Use-a a seu favor!

Solteirando pelas redes sociais