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O homem que vai para a cama com você na primeira noite, será que presta para um relacionamento? Quantas vezes você parou para pensar sobre isso?

Em uma festa ótima, uma amiga, que há tempo eu não via, me disse que tinha vontade de perguntar isso para quem perguntava porque ela não estava namorando.

Achei esta questão sensacional para estimular nossas mentes brilhantes a combater aqueles preconceitos do dia-a-dia que nem percebemos.

Veja que normalmente as grandes questões quando saímos com um cara pela primeira vez são: “Se rolar o tesão incontrolável, vou para cama?”  “Será que eu vou perder a oportunidade de virar namorada, caso o cara seja legal?”

Depois passam-se dois meses mais ou menos, e as questões são: “Como não percebi que aquele cara não era tão legal assim?” “Como deixei ele me usar?”

Em um cenário simplista, a grande pergunta é: “Por que eu não usei o momento para simplesmente me divertir?” Afinal aquele cara podia não ser absolutamente nada mais que um cara bom para sexo naquele momento e alguns outros, talvez. Exatamente como na maioria das vezes os homens entram para conhecer alguém.

E lá vamos nós para a pergunta que é taxada como feminista nível dez: “Por que os homens podem e as mulheres não?”

Não vou estabelecer aqui qual é a forma de conhecer, e se relacionar, com alguém no primeiro encontro para que este momento se torne em uma relação afetiva verdadeira. Não acredito que exista fórmula, e se existe, não fui apresentada e muito menos tenho um case de sucesso para contar para vocês.

Mas tem um fato certo nisso tudo, ainda vivemos hipnotizadas pelos preconceitos da sociedade que fazem com que nos esqueçamos de pensar e agir em pró daquilo que nós queremos, de buscarmos as sensações que irão preencher as nossas vidas com felicidade e principalmente podermos ter momentos sem que seja necessário viver sempre tomando a decisão para uma vida inteira.

Então minha cara Solteiranda, no próximo encontro, que tal tentarmos pensar nas seguintes perguntas:

1. O que eu quero deste encontro?

2. Será que este cara é capaz de suprir o que eu quero?

Todas as respostas estarão certas desde que vocês sejam sinceras com a sua felicidade, seja para um momento ou para uma vida, porque quem se ama se cuida!

#Iloveme

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Em tempos ultra modernos, onde trocamos carro por Uber, restaurante por Ifood, lojas físicas por Amazon, encontros na esquina por Tinder, propaganda na TV por mídia  em Facebook, por que não aproveitarmos o que há de bom e de melhor dessa era digital também na hora do sexo?

Usar o Spotify, ainda sejam aqueles 30 minutos gratuitos, para fazer uma playlist com uma bela e empolgante trilha sonora na hora do clima entre dois, pode ajudar bastante na química e na performance de casal

Assim, o próprio Spotify divulgou uma lista para nos ajudar nos momentos de  transpiração intensa, troca de fluídos corporais e respiração acelerada. Ou seja, na hora “vamô vê”.

Essa lista é baseada nas faixas mais populares que seus 40 milhões de assinantes ouvem na hora H. E, já em 2017 a primeira da lista foi “sex with me”, com Rihana.

1. “Sex With Me“, Rihanna

2. “Birthday Sex“, Jeremih

3. “Ride“, SoMo

4. “Earned It“, The Weeknd

5. “Slow Motion“, Trey Songz

6. “Often“, The Weeknd

7. “Neighbors Know My Name” Trey Songz

8. “Pony“, Ginuwine

9. “Sex“, Cheat Codes

10. “All the Time“, Jeremih

Como dica, vale ouvir e sonda-lo antes para garantir que a lista acima agradará o eleito. Vai que ele gosta só de sertanejo e pagode…

Às sextas-feiras são dias intensos no trabalho e, por compensação, após o expediente preciso de algo que me dê prazer. Geralmente faço um happy hour com amigos, ou vou para casa me recompor para encarar uma balada mais tarde. Mas tem também aqueles dias que você só quer um sexo gostoso com um bom parceiro que te faça rir.

Porém, como todo ser humano, tem dias que não quero ver ninguém, não quero ter que agradar, não quero que ninguém se esforce para me fazer relaxar pois existem dias em que o emocional extrapola todo e qualquer limite e pensar em me relacionar com alguém seja para bater papo ou passar a noite é inimaginável. Provavelmente, quando estou neste estágio é que o esgotamento emocional tomou conta e está na hora de cuidar de mim.

Passei recentemente por um momento desses, e foi fantástico!!!!

Cheguei em casa, no final da tarde, abri uma garrafa de vinho e comecei a assistir filmes ruins. Sim, filmes ruins são ótimos para dormir e acordar várias vezes. Quando eu estava recomposta fisicamente, chegou a hora do apetite sexual. Então pensei em duas alternativas obvias: Sair à caça e encontrar alguém na balada que pudesse me satisfazer, ou ligar para um amigo e passar a noite com ele.

Sair para balada e tentar fazer uma seleção é arriscado, posso apenas me cansar e não encontrar nada que me agrade. Contar com um amigo, as vezes é bom, mas eu queria só sexo e teria que fazer companhia depois, sendo eu alguns deles chegam na sexta e só querem ir embora no domingo.

Foi ai que lembrei da minha outra opção. Ao alcance das mãos lá estava ele. Meu fiel parceiro, que me faria gemer com sua vibração, não pediria nada em troca, extinguiria suas energias só quando se extinguisse a minha.

Me diverti com ele alternadamente às demais atividades do final de semana. Entre filmes, séries, banhos demorados, taças de vinho e um risoto fantástico que fiz para mim, desfrutei momentos de prazer.

Foi o final de semana perfeito com prazeres que escolhi. Estava relaxada, feliz, conhecendo um pouco mais do meu corpo, pois cada momento de prazer individual há uma nova descoberta. Só não dei um beijinho no meu parceiro , pois já seria insanidade, mas olhei para ele e agradeci o momento em que adquiri.

 

Quando percebi que o meu corpo existia para me proporcionar prazer, além de simplesmente carregar a minha cabeça, tive um choque. Cresci ouvindo várias coisas sobre como as mocinhas deviam se comportar e, definitivamente, tocar as minhas partes íntimas não constava no manual de boas maneiras.

Como eu poderia dividir com alguém que eu gostava de me tocar? O que iriam pensar todas as pessoas, que diziam à minha mãe que eu era uma menina muito linda e educada, se soubessem que, em alguns períodos do mês, eu ficava alucinada, esperando a noite chegar, para então me tocar e sentir aquela sensação intensa seguida de uma leveza incrível.

Por muitos anos vivi este desejo oculto por mim mesma, um segredo íntimo e absoluto, o qual somente eu conhecia a viagem delirante que eu mesma me provocava e proporcionava. Passado o efeito delirante de prazer, vinha uma certa vergonha e o medo de ser descoberta; afinal, como ficaria minha reputação se descobrissem que eu sentia prazer sexual?

Acreditei que após realizar o segredo máximo, entregar meu corpo a um homem e finalmente perder minha virgindade, teria superado todos os preconceitos e estaria livre para expressar toda a minha libido. Mas não foi bem assim.

Descobri que a liberdade sexual já estava comprometida com o universo masculino e para as mulheres que tinham interesse em desfrutar dos prazeres sexuais, o melhor a fazer era se associarem a um homem. Isso mesmo, homem no singular, porque a regra diz que mulheres só tem prazer com um único homem. Hoje tenho meus objetos de prazer, moro sozinha e então não preciso esperar a noite cair para me divertir comigo mesma, mas será que já estou livre dos preconceitos da sociedade que ainda moram na minha cabeça? Para quem tem 20 anos, talvez eu esteja falando sobre algo muito absurdo, afinal, conhecer o próprio corpo faz parte do desenvolvimento natural de qualquer mulher. Mas, pense bem, você está livre para tornar público seus segredos íntimos?

Esses dias quando recebi um push do Facebook me lembrando do aniversário de uma amiga, revivi, mentalmente, uma das melhores cenas da minha vida.

A maioria absoluta das minhas amigas já foi ou ainda é casada e o fato de eu ser uma quarentona ainda solteira é sempre um assunto de discussão interminável quando nos  reunimos. A pergunta que sempre rola é:

Glorinha, pode começar a falar, quem é a transa da vez?

E, para a surpresa delas, a novidade da minha transa da vez não era exatamente uma pessoa, mas sim, um brinquedinho interessante que comprei no intuito de aliviar as noites de solidão e acabei ampliando o escopo para outras situações. Como todo ciclo de amizades é um composto daquele misto de correntes de pensamento, essa informação dividiu o público entre cuirosas, apoiadoras e haters.

Uma das minhas amigas em específico se empenhou tanto em criticar meu ato que eu tive que questionar se ela realmente estava entendendo que eu havia comprado um vibrador e não um rim no mercado negro. Tal comportamento, me fez concluir que ela precisava entender mais sobre itens de sexshop para ampliar seu conceito.

Meses depois, montei um kit marinheiro de primeira viagem que contemplava bolinhas do prazer, vibrador, gel esquenta-esfria, calcinha comestível, entre otras cositas mas. E realmente acreditei que seria o melhor presente dos 45 anos que ela vivera até então.

Porém, três coisas me surpreenderam.

A primeira foi que ela decidiu fazer um aniversário reunindo toda a família: mãe, pai e  cachorro – dela e do marido. O tipo de reunião que considero boring só de imaginar. A  segunda é que quando eu entreguei o presente, soube que havia uma mesa dos presentes.

Nem sei explicar o que eu senti! Quando ela abriu o meu peculiar agrado, fui diminuindo a cada item retirado da caixa, parecia ter sido uma brincadeira de péssimo gosto.

E lá ficaram expostos durante toda a festa, o vibrador e seus companheiros, entre perfumes, roupas, joias e livros. Eu sempre odiei essa ideia de exibir presentes, quebra o conceito de intimidade com a pessoa, mas dessa vez foi pior do que tudo que eu poderia imaginar.

Passado alguns dias, meu celular vibra com a terceira surpresa:

Gló, supondo que algumas coisas do kit acabem, onde poderiam ser encontradas? Kkkk. Amiga, obrigada por me dar a cereja do bolo. Beijo.

Fiquei realmente muito feliz e pasma com essa mensagem. Indiquei a ela um lugar que  considero de confiança. E, no meu torpor, cara leitora, cheguei à conclusão de que sobre sexo e festas de aniversário nunca sabemos o suficiente.

 

 

Acredito que todos saibam que existe uma relação trivial sobre as atribuições no sexo: alguém dá e alguém come.

Simples assim. Não existe se for diferente disso.

É claro que o mesmo agente pode oscilar entre os dois aspectos, mas para qualquer combinação linear que se deseje, o tão estimado gozo exige, sem desprezar as carícias preliminares, não mais que essa singela organização.

Assim, dado a lógica conceitual e a relação de interdependência dessas pontas, me resta uma dúvida: qual é o problema em dar?

Outro dia, em um HH, enquanto filosofávamos sobre trepadas frenéticas, adultério e projetos de orgias, flagrei o comportamento tímido de algumas colegas ao revelar suas peripécias e o orgulho fálico dos meninos em ostentar quem comeram, como, onde e quantas vezes, assim, explicitamente, sem medo de indigestão.

Gente, alguém me explique por favor, qual é o problema em dar? Por que ter vergonha?

Por que ter uma regra de não transar no primeiro encontro? De não tomar a iniciativa? De não sugerir uma nova posição? Por que não testar um novo ambiente ou novos amigos͛?

Para mim, dar é algo libertador, é um encontro comigo mesma e um momento de troca com o outro. Troca de calor, de energia, de aprendizado, de emoções.

Não exponha sua intimidade aos outros se não quiser, mas olhe com franqueza para si mesma. Não dá para passar os dias decidindo sobre o que vamos abdicar de nós mesmas para representar algo. Não estamos pedindo permissão para viver. A vida é mais do que esse ensaio de certo e errado. A vida é o que acontece do lado de fora da janela e, também, o que se passa entre as nossas pernas.

Solteirando pelas redes sociais